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A exposição: Tudo o que é frágil brilha sem medo do esplendor, de Renato Bezerra de Mello

Claudio de Freitas, Ricardo Resende e Felippe Moraes - Exposição
Claudio de Freitas, Ricardo Resende e Felippe Moraes – Exposição

 

Com casa cheia, o artista recebeu amigos no Terreirinho do Paço Imperial, na comemoração de seus 25 anos de produção artística.

Van Van Seiller, Vanda Klabin, Renato Bezerra de Mello, Paula Terra-Neale e Claudia Zarvos
Van Van Seiller, Vanda Klabin, Renato Bezerra de Mello, Paula Terra-Neale e Claudia Zarvos

 

Milhares de cacos de taças e copos de cristal, colecionados pelo artista ao longo de duas décadas e quebrados por ele na instalação que criou para sua primeira coletiva no Rio de Janeiro, no Castelinho do Flamengo, em 2004, constituem o fio condutor da nova exposição, que contém uma série de sete trabalhos realizados a partir do vidro: Vidro como vídeo; Vidro como bordado; Vidro como desenho; Vidro amalgamado; Vidro como fotografia; Vidro como pó; Vidro como instalação sonora. Para Renato, “cada nova obra guarda algo de obras anteriores.”

Sergio Zalis, Renato Bezerra de Mello e Maria del Carmen Thomas
Sergio Zalis, Renato Bezerra de Mello e Maria del Carmen Thomas

 

“Colecionador de destroços e apreciador do frágil, Renato transforma cacos e ruínas em preciosidades, desafiando a nostalgia e sustentando valores existenciais e humanistas permanentes, ao apontar para a poesia de Armando Freitas Filho – tudo o que é frágil brilha sem medo do esplendor. O que nos oferece é o espetáculo esplendoroso do acontecimento da arte. Imagens, vídeos, instalações sonoras, bordados, desenhos e objetos compõem um espaço para a imaginação criativa e afirmam as liberdades pessoais e políticas como antídotos à distopia – destaca a curadora.

Victor Curi, Diogo Santos, Paula Amparo e Renato Bezerra de Mello
Victor Curi, Diogo Santos, Paula Amparo e Renato Bezerra de Mello

 

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