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A Academia Brasileira de Letras viveu uma noite inspiradora na última sexta-feira com a posse do poeta e tradutor Paulo Henriques Britto na cadeira 30, sucedendo Heloísa Teixeira. Aplaudido ao entrar no Salão Nobre, Britto foi conduzido pela acadêmica Ana Maria Machado e pelos acadêmicos Edmar Bacha e Antônio Torres, num gesto de acolhida elegante.
Professores, alunos e ex-alunos da PUC-Rio, instituição onde ele leciona há mais de quatro décadas, marcaram presença em peso, assim como o reitor Anderson Pedroso, que fez questão de prestigiar o mestre.
Após a cerimônia, a noite ganhou um tom inesperado e vibrante: o bloco Boi Tolo passou em frente à ABL celebrando a prisão de Jair Bolsonaro ao som do coro “sem anistia”. Muitos convidados, contagiados pela energia, se juntaram à cantoria, dando um toque inusitado e irreverente à festa

 

Noite de poesia na Academia Brasileira de Letras ontem 12/09 na posse do acadêmico Paulo Henriques Britto

Fotos André Feltes

Rosiska Darcy, Fernanda Montenegro e Ana Maria Machado

 

A chegada do imortal Paulo Henriques Britto

 

Margareth Dalcomo que doou o fardão de seu marido Cândido Mendes, a Paulo Henriques

 

No centro o reitor da PUC-RJ Anderson Pedroso com os acadêmicos Edmar Bacha, Rosiska Darcy, Miriam Leitão e José Roberto Castro Neves

 

Adriana Calcanhoto, Paulo Henriques Britto e Marcelo Pies