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“Beleza Habitada: Eva Klabin, moda e memórias” apresenta nova interpretação de peças de alta-costura, documentos, fotografias e pinturas como parte de seu legado de arte e vida cotidiana. Mostra será inaugurada no dia 31 de janeiro, no Rio.

A  compreensão da beleza como experiência cotidiana — e não apenas como contemplação — atravessa a trajetória de Eva Klabin e estrutura a exposição “Beleza habitada: Eva Klabin, moda e memórias”, que abre o calendário de 2026 da Casa Museu Eva Klabin, no Rio de Janeiro.

A exposição inaugurada no dia 31 de janeiro (sábado) e permanece até 24 de maio. A visitação acontece de quarta a domingo, das 14h às 18h.

Com curadoria de Helena Severo e Brunno Almeida Maia, e expografia de Leandro Leão, a exposição apresenta, pela primeira vez ao público, um amplo conjunto de peças do acervo pessoal de Eva Klabin — entre roupas, acessórios, objetos íntimos e documentos — articulado às obras de arte da coleção permanente da Casa.

Roupas, chapéus, sapatos, luvas, cartas, convites, menus, listas de convidados, livros de ouro, recortes de imprensa e registros sonoros de amigos e familiares convivem nos ambientes da residência, reafirmando a moda como linguagem artística.

Fotos Eny Miranda 

Fernando Barrozo do Amaral e Maria Luz

 

Helena Severo e Lea Klabin

 

Katia Mindlin

 

Margareth Dalcolmo- Helena Severo

 

Patricia Veiga e Daniela Fiszpan