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O artista Toz inaugura a pintura “Vendedor de Alegrias”, seguido de desfile de novos estilistas independentes que expõe suas peças no espaço, apresentações de dança urbana de rua e comidinhas na calçada, com a gastronomia criativa em formato descontraído feita pelo chef Rafa Ramos, além da presença do clássico pipoqueiro da Gávea, Sr. Joaquim, conhecido como “acervo da Gávea”, no dia 18

Antonia Oliveira curadora da Casa de Antonia
Antonia Oliveira curadora da Casa de Antonia

Mês cultural ainda terá bate-papo “Três mulheres e um destino”, com a pedagoga Márcia Trovo, a comunicadora e embaixadora de moda Giovanna Grigoletto e Antonia Oliveira (25), monólogo de Nina de Pádua “Bette Davis – Manual de sobrevivência”, finissage da exposição “Fios de Afeto”, da figurinista Evelyn Branco e da artista plástica Leticia Costa

A Casa de Antônia quer ser mais do que uma multimarcas e passa agora também a promover cultura, voltando sua curadoria para exposições de arte, além do olhar para moda e decoração que tem feito história há oito anos com apurada seleção de artistas brasileiros, reconhecida por valorizar moda autoral e estilo e buscar a sustentabilidade. A curadora do espaço, Antonia Oliveira, acaba de abrir unidade em São Paulo, em Pinheiros, e preparou uma série de eventos para outubro, na sede carioca.

A primeira delas é a inauguração da nova pintura da fachada, no sábado (18), às 14h, quando o artista urbano, Tomaz Viana, Toz, figura seminal da arte de rua carioca, finaliza e inaugura o grafite “Vendedor de Alegrias”, seguido de desfile de novos estilistas independentes que expõe suas peças no espaço, apresentações de dança urbana de rua, e comidinhas na calçada, com a gastronomia criativa em formato descontraído feita pelo chef Rafa Ramos, além da presença do clássico pipoqueiro da Gávea, Sr. Joaquim, conhecido como “acervo da Gávea”. 

Tomaz Viana é um artista brasileiro dedicado à pesquisa e experimentação do graffiti e à criação de telas e objetos, já tendo participado de várias exposições coletivas e individuais, no Brasil e no exterior. Ao longo da sua carreira, criou diversos personagens, cujas cores e padronagens se espalham nos muros das cidades e das instituições culturais, como painel painel gigante de 20×2,5m no prédio da ONU, em Genebra, na Suíça.

No próximo sábado (25), às 14h, a casa recebe o bate-papo “Três mulheres e um destino”, com a pedagoga Márcia Trovo, especialista  em Organização e Gestão do Tempo, fundadora da Casa3, artista plástica e fotógrafa e psicanalista, a comunicadora e embaixadora de moda Giovanna Grigoletto, e Antonia Oliveira, fundadora da Casa de Antônia, e como seu trabalho ajuda a transformar a vida de outras mulheres. Márcia criou a Comunidade Ellas, para reunião de mulheres e escuta. Ela vai falar sobre o cansaço e o peso invisível da entrega constante e como reencontrar o prazer, o silêncio e a leveza no meio da exaustão. 

Nina de Pádua e Antônia Oliveira

Na quarta (29), às 18h, a atriz Nina de Pádua irá apresentar o monólogo “Bette Davis – Manual de sobrevivência”, que teve única apresentação no Teatro Rival Petrobras, falando sobre carreira, sucessos e fracassos profissionais e pessoais. De autoria de Jau Sant’Angelo, o solo mostra a icônica figura de Bette Davis, com todo o seu talento, ferocidade e humor ácido, oscilando entre a força e a vulnerabilidade. O conceito inovador do espetáculo é de Anselmo Vasconcellos.

O público se depara com uma atriz veterana, isolada em seu camarim, que se vê às voltas com os fantasmas de uma carreira marcada por aplausos e silêncios. No limiar entre o real e o delírio, ela dá voz às memórias de paixões não vividas, papéis recusados, a juventude que lhe foi arrancada sob os holofotes. Enquanto Mrs. Davis se debruça sobre os limites entre a arte e a loucura, o palco e a vida, um visitante inesperado, que pode ser uma fã, o público ou ela mesma e a confronta com suas verdades mais íntimas.

A Casa de Francisca ainda encerra a exposição “Fios de Afeto”, na qual a figurinista Evelyn Branco e a artista plástica Leticia Costa, mãe de Toz, criam experiência sensorial que celebra o amor e as conexões humanas com joias e objetos delicados, de Letícia, e kimonos bordados e em tecidos que são 70% orgânicos, como seda de soja, seda de banana, seda bambu, seda, eucalipto e linho, de Evelyn. 

A ideia da curadora do espaço, Antonia Oliveira, é expandir a diversidade cultural brasileira, oferecendo um palco para todos os talentos. “Queremos  fortalecer a relação entre moda, arte e sociedade, em um ambiente acessível e inovador e transformar a Casa de Antônia em um marco urbano, com a obra de Toz Viana na fachada como legado artístico permanente, provocando visibilidade e impacto positivo para parceiros que acreditam na cultura como motor de transformação”, conta Antonia.

Mais sobre Antonia Oliveira

Dona de um estilo marcante e irreverente, Antônia entrou para o mundo da moda há cerca de 30 anos. Maranhense de nascimento, escolheu o Rio de Janeiro para construir sua trajetória e, foi a partir de roupas e acessórios que se destacou e deixou transparecer a sua identidade. Nas araras da Casa de Antonia, uma seleção extremamente cuidadosa de marcas brasileiras, que encanta uma clientela formada por gente das artes, da música, do teatro e da arquitetura, entre outras áreas.  

Leila Pinheiro e Cissa Guimarães estão entre as fiéis clientes, que vão atrás de peças criativas e com acabamento impecável, como as produzidas por Aline Rocha, Tata Melgaço e Gueth Manley. Dona de uma cabeça fervilhante de ideias, Antonia Oliveira decidiu, ainda, fazer do espaço um polo de cultura e criatividade e, em 2024, passou a organizar eventos que mesclam a moda com outras artes e reúnem pessoas para trocar ideias e compartilhar talentos. 

Casa de Antônia

Rio

R. dos Oitis, 54 – Gávea

Rio de Janeiro – RJ, 22451-050

São Paulo

Rua Lisboa, 393 – Pinheiros

São Paulo – SP, 05413-000

De segunda a sexta, das 10h às 20h

Sábados, das 10h às 16h

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