O Rio de Janeiro ganhou tons de rosa para marcar o início de uma das campanhas de conscientização mais importantes do calendário. Depois da tradicional iluminação do Cristo Redentor, a Fundação Laço Rosa encerrou a noite de abertura do Outubro Rosa 2026 com uma celebração no terraço do Hotel Fasano Rio de Janeiro, em Ipanema.
Pelo segundo ano consecutivo, o hotel recebeu o encontro da instituição e entrou no clima da campanha. No rooftop, um dos cenários mais emblemáticos da orla carioca, a icônica piscina do Fasano também ganhou iluminação cor-de-rosa especialmente para a ocasião.
A noite reuniu convidados, apoiadores e nomes que acompanham o trabalho desenvolvido pela Fundação. Entre os presentes estavam a relações-públicas do Hotel Fasano, Paula Bezerra de Mello, e as atrizes Zezé Motta, Letícia Birkheuer, Rosa Maria Murtinho e Alexandra Richter.
A música também fez parte da celebração. A cantora Malía apresentou um pocket show, enquanto as DJs Carol Emmerick e So Lyma comandaram os sets da noite.
Madrinhas da campanha Outubro Rosa 2026 da Fundação Laço Rosa, Mônica Martelli e Ingrid Guimarães protagonizaram um dos momentos mais emocionantes do encontro. Amigas de longa data, as duas atrizes abraçaram juntas a missão de ampliar o alcance da campanha e usar suas vozes para reforçar a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acesso das mulheres aos cuidados com a saúde.
Há 15 anos, a Fundação Laço Rosa atua no enfrentamento ao câncer de mama por meio de ações de conscientização, acolhimento e ampliação do acesso ao diagnóstico precoce. Em 2026, uma de suas principais iniciativas é o projeto Cuidado em Movimento, que percorrerá 26 cidades brasileiras com a previsão de realizar mais de 10 mil mamografias gratuitas até fevereiro de 2027.
Entre o Cristo Redentor tingido de rosa e as luzes do rooftop do Fasano, a noite abriu simbolicamente mais um Outubro Rosa no Rio. Uma campanha que começa em outubro, mas carrega uma mensagem que precisa permanecer acesa durante todo o ano: informação, prevenção e acesso ao diagnóstico podem salvar vidas.
Fotos Reginaldo Teixeira








