• Post author:

A FGV Arte inaugura a exposição Eu Chorei Rios: Arte dos Povos Originários da América, com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, reunindo nomes fundamentais da arte indígena e contemporânea latino-americana. Entre eles, Ailton Krenak, Claudia Andujar, Daiara Tukano, Denilson Baniwa, Jaider Esbell e Lygia Pape.

Com pinturas, mantos, esculturas, instalações e fotografias, a mostra transforma a sede da Fundação Getulio Vargas em um território de memória, identidade e afirmação cultural.

A abertura movimentou a cena cultural carioca e contou com a presença do governador em exercício Ricardo Couto e do prefeito do Rio Eduardo Cavaliere, reforçando a importância institucional da mostra.

Com olhar sofisticado e profundamente político, Eu Chorei Rios coloca os povos originários no centro da narrativa artística contemporânea — não como referência histórica, mas como potência viva, estética e espiritual. Um mergulho sensível e necessário que promete marcar a cena cultural carioca.

O nome tem uma força poética impressionante. Eu Chorei Rios carrega delicadeza, dor, memória e resistência ao mesmo tempo. Tem algo muito imagético e profundamente brasileiro — quase um verso.

É um título que já coloca o visitante em estado de emoção antes mesmo da primeira obra. Um achado curatorial, sofisticado e sensível, muito no espírito dessa nova cena de arte contemporânea que mistura política, ancestralidade e experiência estética.

Fotos Cristina Granato

Paulo Herkenhoff , Walter Riedweg , e Glicéria Tupinambá

 

Abertura da Exposição EU CHOREI RIOS -ARTE DOS POVOS ORIGINÁRIOS DA AMÉRICA

 

Sidnei Gonzalez, Lucas Padilha, Eduardo Cavaliere e Carlos Ivan Simonsen Leal

 

A curadora Glicéria Tupinambá e as autoridades

 

Eduardo Cavaliere

 

Ricardo Couto

 

Xadalu Tupã Jekupé e Paulo Herkenhoff

 

A DJ Cris Panttoja

 

chorei
Mateu Velasco, Antonio Bokel e Matheus Mestiço