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Coletiva “Fim como meio”, organizada pela Paralela, propõe reflexões sobre os sentidos do fim

Gabriela Fero - Morteu_2026 - Pintura sobre caixa de papelão - PARALELA
Gabriela Fero – Morteu_2026 – Pintura sobre caixa de papelão – PARALELA

 

O fim é um limite ou a abertura para um novo campo de possibilidades?

Essa é a questão que inspira a exposição coletiva “FIM como MEIO”, que será inaugurada no dia 18 de julho, às 14h, no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, no Centro do Rio de Janeiro. A mostra tem curadoria da Paralela, movimento artístico dedicado à promoção de exposições, encontros e diálogos entre artistas ELAs — em todas as formas de ser ela — no universo da arte contemporânea.

Reunindo obras de 27 artistas contemporâneas, a exposição propõe uma investigação poética e filosófica sobre a ideia de fim: o encerramento da vida, de ciclos, de relações, de tecnologias e de paradigmas. Em vez de compreender o fim como ponto final, a mostra o apresenta como um espaço de transição, transformação e reinvenção.

Pinturas, esculturas, fotografias, objetos e performances compõem um percurso que revela diferentes olhares, narrativas e experiências sobre aquilo que se encerra e, ao mesmo tempo, inaugura novas possibilidades. Cada obra convida o público a refletir sobre permanências, ausências, rupturas e renascimentos.

Kasting De Dentro Pra Fora Frente
Kasting De Dentro Pra Fora Frente

 

Convidamos artistas a integrar esta construção poética, reflexiva e curatorial da exposição, propondo trabalhos e investigações que atravessem questões de finitude, espiritualidade, memória, transformação e permanência. Interessa-nos pensar o fim para além da ideia de encerramento: o fim como passagem, rito, continuidade, ruptura, reinvenção e deslocamento. O fim enquanto limite, borda e fronteira — o ponto instável em que algo se dissolve para que outra coisa possa emergir”, explica Marina Ribas, fundadora da Paralela e autora do texto crítico da mostra.

A exposição reúne as artistas Amina Samake, Ana Coutinho, Barbara Venosa, Camila Canela, Camile Soares, Carolina Kasting, Carolina Bezerra, Diana Lobo, Fayra Moreira, Gabriela Fero, Gabriella Marinho, Heloisa Madragoa, Hildebranda, Indigo Braga, Joana Uchôa, Kaya Agari, Lila Deva, Luana Carvalho, Marcela Crosman, Marina Ribas, Marina Ryfer, Mitti Mendonça, Paty Wolff, Sofia Bartolomeo, Thásya Barbosa, Vanessa Ximenes e Ventura Perico, que apresentam obras em diferentes linguagens, ampliando o diálogo sobre os múltiplos sentidos do fim e da transformação.

Na abertura, o público poderá acompanhar uma programação especial com performances e rodas de conversa entre as artistas e a curadoria, criando um espaço de troca sobre os processos criativos e os conceitos que atravessam a exposição.

 

Amina Samake
Amina Samake

 

Em “Paralelizando”, a Paralela ocupa com lambe-lambes de 12 artistas os espaços não expositivos no museu (como os corredores e o banheiro), além de uma intervenção sonora. Os trabalhos ficam na instituição após o fim da mostra

A programação completa será divulgada no Instagram @​​paralela.galeria. A entrada é gratuita.

Sobre a Paralela

A PARALELA é um movimento artístico idealizado por Marina Ribas, artista multilinguagem, com o propósito de viabilizar exposições, encontros e diálogos entre artistas.

no campo da arte contemporânea, com curadoria para Elas – todas as formas de ser ela. Através de parcerias com instituições culturais e espaços independentes, a iniciativa atua na criação de redes de troca, colaboração e visibilidade, fortalecendo a produção e a linguagem plástica de cada artista, de forma coletiva.

Movida principalmente pela colaboração de quem participa, a PARALELA se constrói como um espaço de encontro entre artistas, fomentando o feminismo dialógico.

Fim como meio (Coletiva)
Texto crítico: Marina Ribas
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica — Galeria 10
Rua Luís de Camões, 68 — Praça Tiradentes, Rio de Janeiro — RJ

Abertura: 18 de julho de 2026, das 14h às 18h

Período expositivo: de 20 de julho a 29 de agosto  2026

Horário: segunda a sábado, das 10h às 18h
Telefone: (21) 2242-1012

Entrada franca

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